sexta-feira, 13 de julho de 2012

Em exibição na Casa das Artes em Coimbra exposição de Expedito D'Almeida (pintura e fotografia) e Salão 40 (desenho e pintura),para ver este mês entre 06 e 27 de julho de 2012 de Quarta-feira a Domingo.

Exposição Colectiva – Salão 40 – Oficina de Desenho.
O Salão 40 é um grupo de jovens criadores que se reúne semanalmente na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto em Coimbra, em torno da sua paixão comum, a expressão plástica e o corpo humano. O constante incentivo, a troca de experiências e a fraternidade para a melhoria das capacidades de cada um são evidências que encontram reflexo tanto no espírito das sessões, abertas a todos, como nas obras apresentadas nesta mostra.

Exposição Colectiva – Salão 40 – Oficina de Desenho, reúne uma pequena selecção de trabalhos realizados no âmbito das sessões semanais que o grupo promoveu ao longo deste último ano. Desde obras mais espontâneas a trabalhos mais elaborados, a exposição procura cativar a população coimbrã a ser e viver mais pela arte, à imagem do desejo comungado e manifestado pelo colectivo.
Convidamos todos à inauguração da exposição no dia 06 de Julho às 18h30, e estendendo-se, a exposição, até 27 de Julho. O grupo a expor é composto pelos seguintes indivíduos:

André Caetano(Ilustração/Design)///António da Costa(Escultura)///António Monteiro(Arquitectura)///Cynthia
Dias(História da Arte)///João Jesus(Arquitectura)///Luís Filipe Gomes(Arquitectura)///Mafalda Marta
(Arquitectura)///Miguel Ruivo(Ilustração/Design).
Horário de funcionamento da Exposição – Quarta, Quinta e Domingo das 15h às 20h; Sexta-Feira e Sábado das 15h às 22h.

Na primeira sala da exposição, intitulada "A tentação de explicar"de Expedito d'Almeida fotógrafo e pintor, cito:
                                                                                                               
“A ideia surge não se sabe muito bem de aonde.
Concebe-se e projecta-se, mau grado todos os obstáculos. Longo e tortuoso é depois o caminho entre a ideia, o projecto e a coisa, o resultado.
Apenas se vê e avalia o que se mostra.
(...)
... domínio do inominável, do indizível e sobretudo, do invisível.".
 Deixo o espaço vazio de “A tentação de explicar” para que a sua presença,  na descoberta do que falta, seja no espaço da exposição para poder ver e apreciar in loco, fica aqui o convite. 

Nova apresentação das nossas produções este mês de julho no Festival das Artes de Coimbra, Jardins da Quinta das Lágrimas.



18 e 25 de Julho, 4ª feira, 11h00.
Duração: 45 minutos.
Jardins da Quinta das Lágrimas.
Inscrições e informações: 918 108 232 ou festivaldasartes2012@gmail.com
“O SONHO DO JARDIM” (Teatro para a Infância) pela Camaleão.
Quem viaja tem a possibilidade da descoberta de territórios desconhecidos.O percurso da viagem, todavia, não deve ser medido apenas em função do espaço percorrido. Há viagem interiores que podem levar mais longe que qualquer distância.
Há pequenas viagens que possibilitam grandes descobertas.
O Sonho do Jardim é uma viagem de descoberta ao sub-solo. Ao mundo debaixo dos nossos pés, onde crescem as raízes e os animais constroem as suas tocas.

"SONHO DO JARDIM" é apoiado pelo Ministério da Cultura e Instituto das Artes.
Texto: Daniel Simon.
Tradução, Adaptação e Encenação: José Geraldo.
Consultor Científico: Prof. Drª. Helena Freitas.
Cenografia, Adereços, Bonecos, Figurinos e Imagem: Zenel Laci.
Interpretação: Helena Faria e José Geraldo.
Música: Cool Dada.   




segunda-feira, 30 de março de 2009

QUINTA DE CONTOS com CLARA HADDAD


Em Abril, no dia 2, às 22h00.

No Ateneu de Coimbra.

Com a narradora convidada CLARA HADDAD.

Ela encanta. E encantaenquantoconta.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

conto da ilha desconhecida de José Saramago


Leitura musicada
Conto lido por Pedro Correia
Conto com música para 2 flautas interpretada por Mariana Neves Margarida Neves
Conto orientado por José Geraldo
Conto escrito por José Saramago

No Jardim Botânico, inserido na XI Semana Cultural da Universidade de Coimbra, de 2 a 6 de Março de 2009 — 3 sessões diárias (10h, 11h30 e 15h) e 7 de Março de 2009 — 16 horas (sujeito a marcação prévia através do número 239 855 233), a Camaleão apresenta a leitura musicada do CONTO DA ILHA DESCONHECIDA de José Saramago.

Quando as plantas se apresentam na velocidade e no movimento de se tornarem "ilha", o lugar ideal é o jardim onde a música e a palavra dançam e a narrativa se torna paisagem.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Em Novembro de 2006, a Camaleão editou o nº 1 da revista “Contar”.
Depois dessa data, apesar de várias tentativas, não obtivemos qualquer apoio (necessário) para continuar a publicação.
Por isso, decidimos passar ao formato digital.
Eis, como aperitivo, o editorial do nº 1, que diz o que este blog pode ser e o que não deve ser:

Editorial

porque nos propusémos a fazer uma revista sobre a narração oral

porque nos dedicamos à narração oral e à sua promoção
porque nos interessa o assunto
porque temos falado e reflectido sobre as problemáticas inerentes
porque queremos que esta reflexão seja pública
porque fazemos formação na área
porque não existe nenhuma publicação periódica em língua portuguesa sobre o tema
por nós conhecida
porque preenche uma lacuna
porque temos corrido o país e em todo o lado as pessoas páram para nos ouvir
porque queremos que apareçam mais pessoas para nos ouvir
porque é importante que as pessoas percebam que esta é uma arte com características únicas, uma arte séria e profunda, anterior à literatura, ao teatro, à arquitectura
e isso ainda hoje é visível no acto performativo, um dos mais ancestrais rituais da humanidade
porque acreditamos que há pessoas interessadas nas matérias aqui tratadas
porque sabemos que há por aí recolhas de material inédito e estudos que urge divulgar
porque queremos que os narradores e futuros narradores tenham onde debater o futuro
desta profissão e expressar livremente os seus pontos de vista
porque queremos mostrar o que é esta vida
o que custa e o prazer que é contar e ouvir estórias
porque queremos ajudar a quem anda nesta vida de narrador
e mesmo os outros, os que contam ocasionalmente

o que CONTAR pretende ser
um espaço de reflexão teórico-prátco sobre o acto da narração oral
e sobre as pessoas que andam a contar

o que CONTAR não pretende ser
uma revista literária
uma revista com contos
uma revista com análise de contos
uma revista sobre números e matemática

e se este ainda não é o CONTAR que queremos
é o início e o caminho faz-se andando

um especial agradecimento à Delegação Regional do Centro da Cultura
e ao seu delegado, Prof. Dr. António Pedro Pita
pelo apoio dado, pelo incentivo e por acreditar no projecto